domingo, 21 de abril de 2013

 
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quarta-feira, 12 de outubro de 2011

O EXEMPLO DO MESSIAS



["Mt 3. 7] "'E do céu veio uma voz, que disse.--'Este é o meu filho querido, que me dá muita alegria!"
Nós precisamos de alguns bons exemplos hoje. Infelizmente, nós tendemos a olhar para pessoas como estrelas da música, celebridades, e artistas da TV como nossos exemplos, alguns dos quais são exemplos muito pobres para se seguir. Algumas delas são alcoólatras e viciados em drogas; pessoas cujas vidas não valem à pena imitar. Enquanto elas reivindicam que nunca pediram para ser modelo ou exemplo de vida para ninguém, sua posição e fama fazem com que elas sejam colocadas em um pedestal, mas infelizmente como cantava Cazuza na música ideologia: "meus heróis morreram de overdose". São esses os modelos e os exemplos de vida que o mundo nos oferece. Nós precisamos de bons modelos. As boas notícias são que nós temos um Modelo e um Exemplo de vida para seguir que nunca cometeu um erro, e nunca fracassou. Seu nome é Jesus. EM Mt. 3.13-17 nós encontramos Jesus nos apresentando alguns grandes exemplos para seguir:
I. O exemplo de submissão: A distância entre a Galiléia e o rio Jordão era uma jornada longa para se fazer a pé, e indubitavelmente levou vários dias. Ao fazer essa jornada com a finalidade de ser batizado por João, Jesus demonstrou uma significativa motivação de sua parte, Demonstra um sentimento de firme propósito. O batismo de João era o batismo do arrependimento como vimos na semana passada, mas Jesus não tem nenhuma necessidade de ser batizado porque Ele nunca pecou.
Então por que Jesus sairia de seu caminho para ser batizado? A resposta, eu acredito, é para dar o exemplo. Ele está se submetendo a algo que Ele iria mais tarde exigir de todos os seus discípulos. Se Jesus estava disposto a se submeterão batismo, embora Ele não precisasse, então nós deveríamos estar dispostos a nos submeter ao batismo também. Jesus foi compelido para ser batizado, mas não apenas para ser batizado. Ele foi compelido para ser batizado por João. Ele desejava identificara Si mesmo com o ministério de João. Embora ele fosse maior que João - o próprio João dirá isso a respeito de Jesus no próximo verso -, ainda assim Ele submeteu a Si mesmo ao ministério de João a fim de se conectar com a pessoa que estava preparando o caminho para Ele. A submissão não é baseada em superioridade, mas em projeto divino.
II. O exemplo de humildade:
João declarou no v. 11 que havia Um que estava vindo que era maior que ele mesmo, e agora Aquele de quem ele esteve falando está diante dele pedindo para ser batizado. Você consegue imaginar a cena? João acabou de falar a respeito do Messias e eis que Ele vem ao seu encontro. De fato Mateus nos diz [v. 14]: "João tentou convencê-lo a mudar de ideia, dizendo assim: Eu é que preciso ser batizado por você, e você está querendo que eu o batize?" Essa é uma cena linda dos Evangelhos. O que realmente se destaca aqui é a humildade desses dois homens. Da mesma maneira que a humildade é parte do caráter de Jesus, a humildade também deveria ser parte de nosso caráter. Uma das coisas mais importante que deveríamos ambicionar na vida é a humildade. Ser humildes no modo como olhamos para nós mesmos. Humildes no modo como olhamos para os outros. A humildade é uma característica verdadeiramente Cristã. É baseada no exemplo de Jesus. Ela caracteriza o Cristão quase tanto quanto o amor. A humildade é distintamente Cristã porque é distintamente como Cristo.
III. A recompensa do exemplo:
Os últimos dois versos deste capítulo são uma ilustração incrível do princípio bíblico que diz que Deus abençoa a obediência. Deus não apenas mostra a Sua aprovação a Jesus, mas agora Ele apaga toda dúvida falando audivelmente do céu e testemunhando para todos que estavam lá. Muitos acreditavam naquele tempo que uma voz vinda do céu era o tipo de profecia mais íntima que alguém poderia receber; Jesus tem tanto o testemunho do céu vindo dos lábios de Deus quanto o testemunho da terra vindo dos lábios de João Batista. Se nós formos fiéis, Deus nos abençoará espiritualmente. Se nós formos fiéis, Deus nos recompensará fisicamente. Se nós formos fiéis, Deus nos recompensará financeiramente.
Você segue o exemplo de Jesus? Que tipo de exemplo você está dando para os outros?

Pr. Arlênio Machado 25 04 10

O MESSIAS QUE INFLUENCIA




"Mt. 5.13,14 "Vocês são o sal para a humanidade, Vocês são a luz para o mundo."
Jesus foi uma pessoa de grande influência, não só em Seu tempo na Terra, mas em todas as gerações e culturas posteriores a Ele. Como Seus discípulos, Jesus nos chama para sermos pessoas de influência também. No texto de Mt. 5.13-16 vemos Jesus afirmando que como Seus discípulos nós devemos ser influenciadores e não influenciados. Vejamos o que Ele nos ensina:
I. Nós precisamos ser influentes:
Nos quatro versos que nós examinaremos hoje, Jesus usa uma série de imagens que explica por que é importante que os discípulos devam ser tanto diferentes como ser vistos diferentes. Jesus começa dizendo: [v. 13] "Vocês são o sal para a humanidade." De maneira geral, o sal nos dias de Jesus era muito diferente do sal de mesa que nós temos hoje. O sal de antigamente era adquirido da evaporação da água do mar, e frequentemente continha outros minerais que eram inúteis. Havia várias aplicações diferentes para o sal no mundo antigo. O sal temperava, preservava e purificava os alimentos.
No mundo antigo, o sal era um elemento vital de vida, até mesmo essencial, talvez até tão essencial quanto a água. O que Jesus está tentando nos fazer ver é que nós somos da mesma maneira essenciais para a comunidade em que nós vivemos. É interessante que Jesus diz que nós somos o sal da Terra e não Ele, ou seja, a Igreja é o que ainda está impedindo o mundo de cair no caos completo. Isto é o quão influentes nós somos em nosso mundo. Mas, nós precisamos lembrar do que Jesus diz a seguir [v. 13]: "mas, se o sal perde o gosto, deixa de ser sal e não serve para mais nada. É jogado fora e pisado pelos que passam. "A questão que Jesus está destacando aqui é que se nós pararmos de ser sal, se nós pararmos de ser uma influência positiva em nossa cultura e sociedade, nós nos tornamos desprezíveis. Que benefício há se alguém confessa ser um seguidor de Jesus e não demonstra nenhuma preocupação com o bem-estar espiritual daqueles ao seu redor, ou não está ativamente tentando fazer uma diferença no mundo, ou ainda não se importa que o mundo ao seu redor esteja a caminho do inferno? Na avaliação de Jesus, essa pessoa é desprezível! Nós nunca deveríamos deixar nossa cultura ditar quem nós somos como cristãos ou ainda, que essa mesma sociedade nos ajuste ao seu molde, afinal nós devemos ser diferentes porque fomos transformados pelo poder do Espírito Santo. Você está fazendo uma diferença nesse mundo?
II. Nós somos chamados para iluminar:
Jesus agora se move de uma metáfora para outra. Ele diz [v.14] "Vocês são a luz para o mundo." Onde existe luz, as pessoas podem encontrar seu caminho e tudo é claro; onde existe escuridão as pessoas tropeçam e estão perdidas. Nós podemos perceber novamente que Jesus está se referindo a nós em condições que indicam que somos indispensáveis. A luz ilumina, aquece, e alimenta a vida. Em outras palavras, sem luz nós não poderíamos existir. Agora note o que Jesus diz sobre nós como a fonte de luz [v.14], "Não se pode esconder uma cidade construída sobre um monte." As cidades antigas eram frequentemente construídas de pedra calcária que brilhava à luz do sol e não podiam ser facilmente escondidas. À noite, as luminárias de óleo dos habitantes das cidades espalhavam luz por todo lado. Como essas cidades antigas, nós deveríamos ser facilmente visíveis para aqueles que não têm um relacionamento com Jesus Cristo. Isso não significa que nós deveríamos nos expor de maneira arrogante para o mundo, mas que as pessoas deveriam ser capazes de olhar para nós e reconhecer que nós temos um verdadeiro relacionamento com Jesus, e que esse relacionamento faz uma enorme diferença em nossa vida. Jesus está tentando nos dizer que um verdadeiro discípulo impressiona as pessoas e assim traz glória para o Pai Celestial. A meta do testemunho dos discípulos de Jesus não é que os outros imitem seu estilo de vida, ou aplaudam sua moralidade, mas que reconheçam que a fonte de seu estilo de vida distintivo é o seu Pai que está no céu. Não é para que as pessoas nos reconheçam e aplaudam, mas que elas reconheçam e louvem a Quem nós representamos - Deus. Deixe sua luz brilhar para que o mundo possa ver o bom trabalho de Deus em sua vida e dê glória a Ele. Não tente esconder essa luz e tome cuidado para que ela não se apague. Brilhe, brilhe, brilhe!


Pr. Arlênio Machado 30/05/10

PREPARANDO O CAMINHO DO MESSIAS



Mt. 3.3 A respeito de João, o profeta Isaías tinha escrito o seguinte: "Alguém está gritando no deserto: "Preparem o caminho para o Senhor passar. Abram estradas para ele!""
Um comentarista bíblico disse uma vez que o plano de Deus para José foi esse: Aos trinta, José nunca poderia lidar com uma tarefa de grandeza mundial sem ser orientado por um curso intensivo de gerenciamento. Começou na casa do Potifar, onde ele administrou todos os seus negócios. Continuou na prisão onde ele foi eventualmente responsável por todos os prisioneiros. E treze anos mais tarde, ele foi encarregado de administrar todo o Egito. O piano de Deus para José foi exato. Sua preparação foi feita sob medida para a tarefa que Deus tinha para ele. E porque José passou por cada teste, aprendeu com cada experiência, e aprendeu a confiar mais em Deus, ele estava pronto quando Deus lhe abriu a porta da oportunidade. Ele lidou com o prestígio e o poder sem sucumbir ao orgulho. Ele perseverou com paciência e apresentou-se com fidelidade e com sucesso para cada responsabilidade. Ele estava bem preparado. Se quisermos andar com Jesus também precisamos nos preparar. A primeira vinda de Jesus exigiu a preparação de um profeta chamado João Batista. Hoje, eu quero propor que nós precisamos nos preparar para a Sua segunda vinda.
I. A mensagem de preparação:
O aspecto mais importante de João foi sua mensagem [v.2]: "Arrependam-se dos seus pecados porque o Reino do Céu está perto? A palavra arrepender significa mudar seu estilo de vida como resultado de uma mudança completa de pensamento encontrara e atitude no que se relaciona ao pecado e à justiça. João chamava seus ouvintes não apenas para remediar seus pecados com sacrifícios sem sentido, mas realmente para uma mudança completa de coração, mente, e espírito.
Essa mudança envolve compreensão da necessidade a dor pelo pecado uma decisão de abandonar o pecado e se voltar para Deus, e um estilo de vida obediente. Eles não precisavam apenas admitir seu pecado, mas abandonar o pecado. A razão para sua mensagem era "o Reino do Céu está perto." Eles estavam prestes a encarar o Deus vivo cara a cara, na pessoa de Jesus Cristo, e eles precisavam acertar suas vidas com Ele. Deus não pode tolerar o pecado, e se nós formos nos encontrar cara a cara com Ele precisamos lidar com o pecado em nossas vidas.
II. A sinceridade da preparação
Havia muitas pessoas que vieram ao encontro de João no Jordão, mas ele só balizou aqueles que eram sinceros. O discernimento de João permitiu que ele visse que muitas pessoas vinham a ele por todas as razões erradas. Ele podia ver que muitos eram falsos e também reconhecer que muitos eram verdadeiros e sinceros. A vinda do Reino de Deus ou exigi arrependimento ou traz julgamento. O arrependimento deve ser genuíno: Se nós desejamos escapar da ira vindoura, então nosso estilo de vida inteiro deve estar em harmonia com o que nós dizemos. Eles não podiam dizer uma coisa e fazer outra; Seu arrependimento deve ser genuíno. Nós podemos ser capazes de enganares outros, mas nós não podemos enganar a Deus. Nós podemos ser capazes de esconder nossos pecados dos outro, mas Deus sabe de todas as nossas ações. Eventualmente e surpreendentemente seu pecado encontrará você e o derrubará humilhado com o rosto no chão.
III. A necessidade da preparação
João acrescenta dizendo a respeito de Jesus no v. 12, Com a pá que tem na mão ele vai separar o trigo da palha. “Guardará o trigo no seu depósito, mas queimará a palha no fogo que nunca se apaga." O que ele está dizendo é que Jesus vai separar o justo do injusto. O justo será preservado e o injusto será queimado no inferno. A preparação é necessária porque o julgamento de Deus está chegando. Quando Jesus veio da primeira vez, Ele veio para trazer salvação, mas quando Ele vier pela segunda vez, Ele virá para trazer julgamento. Quando ele veio da primeira vez, Ele veio manso e suave, mas quando Ele vier pela segunda vez, Ele virá para trazer guerra. A preparação é necessária porque o tempo é curto. E a pergunta que mais importa sobre a segunda vinda de Jesus é se nós estamos prontos. Nós estaremos pronto quando Ele vier até nós? Nós estaremos prontos para vê-Lo cara a cara? Nós estaremos prontos para proclamá-Lo como o nosso Rei dos Reis e o Senhor dos Senhores?

Pr. Arlênio Machado 18/04/2010

COMO LIDAR COM A MALEDICÊNCIA



Em 1752, Wesley escreveu um conjunto de regras, a que chamou de "compromissos corporativos", aplicáveis aos relacionamentos na igreja. Li-os recentemente e ainda os acho atuais e úteis.
Por essa época, seu contemporâneo Charles Simeon, escreveu alguns conselhos para ajudar os de sua igreja a lidarem com a maledicência. Também os achei valiosos.
Tomei a liberdade de editá-los, colocando-os como se fosse um decálogo, com o objetivo de nos auxiliar no domínio de nossa língua, esse fogo devorador que traduz o vai na nossa mente. Como ensinou Jesus: "a boca fala do que está cheio o coração" (Mateus 12.34).
Eis, então as regras:

1- Não darei ouvido, nem inquirirei voluntariamente sobre qualquer maledicência concernente a um de nós.

2- Se escutar algo maléfico com respeito a algum de nós, não acreditarei de imediato.

3- Comunicarei o que ouvi o mais breve possível, falando ou escrevendo, à pessoa em referência.

4- Não escreverei, nem direi uma sílaba sequer daquilo que me foi dito a qualquer pessoa, seja ela quem for antes do pleno esclarecimento do assunto. Depois disso, não mencionarei o que for comentado a qualquer pessoa.

5- Ouvirei a menor quantidade possível de coisas prejudiciais aos outros.

6- Não acreditarei em nenhuma delas, até que seja absolutamente forçado.

7- Nunca absorverei o espírito daquele que fala mal de outros e circula essas coisas.

8- Sempre moderarei, no que for possível, a crueldade expressa contra outros.

9- Sempre acreditarei que, se outro fosse ouvido, o assunto seria relatado de maneira bastante diferente.

10- Não abrirei nenhuma exceção a qualquer uma destas regras.

Ponha estas regras (sim, regras), para domar a sua língua (Tiago 3.8), porque, se alguém se considera religioso, mas não refreia a sua língua, engana-se a si mesmo. Sua religião não tem valor algum! (Tiago 1.26).

Pastoral de, 24/09/2006 da Igreja (Batista de Itacuruçá - RJ. Autoria do pastor Israel Belo de Azevedo.

VAMOS TOMAR POSSE DA TERRA



"Seja forte e corajoso porque você vai comandar este povo quando eles tomarem posse da terra que prometi aos antepassados deles." [Js. 1.9]
A ideia de que havia uma enorme terra a ser possuída deve ter assustado o coração de Josué. Afinal, ele não liderava um poderoso e bem preparado exército, pelo contrário, seu povo era peregrino e não acostumado à guerra. Por outro lado, na terra já havia habitantes preparados para defender com todas as forças suas já bem fortificadas cidades. A conquista da terra de Canaã não foi, de fato, uma conquista humana, Algo sobrenatural e poderoso agiu em prol dos israelitas e nós percebemos claramente isso nas palavras de encorajamento que o Senhor deu ao seu servo. Deus agiu e o povo conquistou todos os termos da promessa feita. Dois fatores foram conjugados para que essa conquista fosse possível: a promessa de Deus e o esforço do povo.
Por um lado vemos Deus agindo baseado na promessa antiga de que Ele mesmo daria ao seu povo uma terra que mana leite e mel, Séculos depois, Deus não havia esquecido Sua promessa e a cumpriu integralmente. Isso nos ensina que quando Deus fala, podemos confiar totalmente em Sua palavra. Suas promessas não estão baseadas em circunstâncias incontroláveis ou em um temperamento instável e volúvel. Absolutamente. Não existem circunstâncias difíceis demais ou fora de controle para Deus. Ele pode todas as coisas em qualquer situação. Nem tão pouco seu temperamento é instável ou não confiável. Ele é digno de toda confiança e o que prometeu cumprirá.
O segundo falar que levou a povo a uma tão bem-sucedida conquista da terra prometida foi seu esforço em agir baseado na palavra de Deus. A promessa feita por Deus sem o esforço do povo seria como ter um carro do último tipo ma garagem sem um motorista habilitado para dirigi-lo. Ou seja, se o povo simplesmente se assentasse e esperasse dos céus que Deus enviasse seus anjos para lutarem por eles estariam no deserto, embora, creio eu, que muitas vezes, os anjos tenham descido para lutarem com eles. Ou seja, a promessa precisa de um veículo para que se cumpra. No caso descrito o povo se disponibilizou para as ferrenhas batalhas que foram travadas. Ou era isso ou deserto como herança. Isso tudo me inspira, para olhar para um novo ano de trabalho de nossa igreja. Temos a promessa de conquistar a terra que interpreto como a conquista de novos corações e novas famílias para o Senhor. A grande questão é será que sairemos em busca desses corações e famílias? Estamos dispostos a nos esforçar para conquistar a terra?

Pastor Arlênio Machado 17/02/2008.

O SENHOR NÃO ME OUVIRÁ



"Se eu atender à iniquidade do meu coração, o Senhor não me ouvirá" Salmo 66.18.

Nunca encontraremos em Deus um motivo para que deixe de nos ouvir. Ele não é como o médico que viajou; como o comerciante que não tem o que buscamos; como o amigo que não está em condições... Não, Deus não é como nenhuma outra pessoa. Se Ele não nos atender, recolhamo-nos ao nosso lugar de oração; com os olhos fechados deixemos a mente percorrer os caminhos por onde ela passou nas últimas horas, todo o dia, os últimos dias, Porque é aí que poderemos encontrar o motivo do seu silêncio. Não quer dizer necessariamente que o servo esteja em pecado; Aprendamos que ele responde: Sim, não, espera: “... e teu Pai, que está em oculto; te recompensará" Mateus 6.18b.
Em Lucas 18. 10 a 14 Jesus adverte a todos sobre o perigo da oração com vaidade, mas enobrece o servo que, em reverência, se inclina para o Senhor em oração.
"Se eu atender a iniquidade do meu coração..." não apenas a oração, mas o louvor não terá aceitação diante de Deus. Buscar, através da oração, a certeza do perdão, é o passo decisivo. "E qualquer coisa que lhe pedirmos, dele a receberemos; porque guardamos os seus mandamentos, e fazemos o que é agradável à sua vista" I João 3.22.
Delphino Eugênio Vieira - 4 de julho de 2004